Empreitada no Sublanço Feira - Carvalhos da A1 (Norte)
O acompanhamento arqueológico das obras de alargamento da A1 entre o Nó da Feira e o Nó com o IC24 decorreu entre janeiro de 2005 e janeiro de 2006. O seu objetivo principal foi minimizar impactes patrimoniais e reconhecer o património na área afetada pelos trabalhos.
A articulação entre o arqueólogo responsável e os diretores de obra foi sempre eficaz, contribuindo para o bom funcionamento do processo. A metodologia estabelecida revelou-se adequada, permitindo um registo eficiente de todas as informações e evidências detetadas.
Foram identificadas e registadas algumas evidências patrimoniais, apesar da sua pouca relevância, bem como áreas com concentração de materialidades de superfície. A maioria dos materiais integra-se numa indústria macrolítica, apontando para a possível existência de estações arqueológicas pré-históricas na área.
Em suma, o acompanhamento cumpriu integralmente os objetivos definidos, através de uma perspetiva de minimização de impactes patrimoniais. Promoveu-se o reconhecimento, caracterização e salvaguarda do património detetado na área de afetação das obras.